Apresentação da Empresa
Esta unidade de produção de Flor de Sal e de sal Artesanal, constituída por uma salina com cerca de 13 hectares, sendo considerada, por especialistas e pela comunicação social, como uma salina modelo, não só pelo modo como se divide bem como pela sua implantação no terreno e processos utilizados na produção e colheita. As salinas são constituídas por três divisões que são: 1ª a armazenagem da água do mar; 2ª evaporação e consequente concentração; 3ª cristalização e colheita. Do equilíbrio de áreas de cada superfície provém uma optimização da produção e a sua qualidade.
A capacidade de produção é de 60 a 80 toneladas de Flor de sal e de 800 a 1000 toneladas de sal Tradicional. A sua localização no Parque Natural da Ria Formosa, a 500m da barra de Tavira onde a qualidade das argilas que estão implantadas, o seu posicionamento relativamente à entrada de água do oceano e ainda, o mais importante, a qualidade do produto final, comprovada por uma simples visita às salinas e análises realizadas, ao produto final, proveniente desta salina, efectuadas pelas certificadoras. Esta unidade de produção situa-se junto do parque de estacionamento do mercado Municipal de Tavira e está implantada numa área longe de esgotos, estações de tratamento, rios e outras áreas, ocasionalmente, perigosas em matéria de poluição proveniente de terceiros alheios à produção.
Esta empresa dispõe de uma área de armazenagem das colheitas de 1500m2, altura média de 3metros e 3000m3 de capacidade. Foi construída em alvenaria de betão com paredes grossas próprias para o efeito (auto-portante), resistente aos esforços, das sobre cargas provenientes do armazenamento do sal contra as paredes. Nestas mesmas instalações, propriedade total deste produtor, procede-se à empacotamento artesanal e sua preparação para distribuição, segundo as normas das Certificadoras e normas internas respeitando sempre todas as boas normas de higiene, qualidade e segurança alimentar, e está-se a implementar um sistema de H.A.C.C.P.
Este produtor foi pioneiro, em Portugal, na produção de Flor de Sal (coalho, nome pelo qual era conhecida entre os Salineiros), dois anos antes de todo e qualquer outro ter aprendido consigo, inicialmente para exportação, depois para consumo nacional. Este produto sempre se colheu, nos cantos dos talhos, para consumo próprio e para ofertas aos amigos, desde que há conhecimento destas salinas. Existe um autocontrole de produção e de qualidade, proveniente do conhecimento passado verbalmente entre os familiares, não só dos avós até a este produtor, como também entre os quatro irmãos da avó, que também eram moleiros cumulativamente a este ramo de produção, que aos poucos se sobrepôs na totalidade à moenda de farinhas alimentares em azenhas de mar, mas em outras propriedades contíguas, já desactivadas pelos seus sucessores, com cerca de 100 hectares. Estes conhecimentos provenientes da experiência própria têm sido actualizados ao longo dos tempos e postos em prática na optimização da produção, colheita, armazenamento e empacotamento, tendo em conta os avanços tecnológicos na pós-colheita, tendo se procedido a melhorias no transporte e armazenamento avanços científicos mais recentes na qualidade do produto final.
Desde
o ano 2000 ininterruptamente, nesta unidade de produção a
Flor de sal e o Sal Artesanal são produtos certificados,
pela certificadora Nature & Progress, em França, com caderno
próprio de normas de preparação de salinas, de colheita, de
armazenagem e de controlo de produto final. As auditorias à
produção, as análises ao produto final são realizados pela
certificadora portuguesa Sativa, por protocolo entre as
certificadoras, ambas acreditadas na IFOAM e a partir da
colheita de 2008 certificado tambem pela empresa portuguesa
SATIVA
(este produtor só comercializa em exclusivo os
produtos da sua própria colheita sob uma única marca e uma
só certificadora).
Deste tipo de actividade, existem registos históricos, que podem ser consultados na Biblioteca da Câmara Municipal de Tavira, desde 2000 anos AC (à relativamente 4000 anos época fenícia) onde podemos constatar que o método de colheita era semelhante ao actual. Este tipo de actividade artesanal, desenvolve-se em plena natureza, é amiga do ambiente, sem o afectar, e a prova disso está na manutenção de todo o ciclo de vida desde o mais vulgar dos peixes, moluscos, crustáceos, planton, aves, até à artemia salina que é um micro-crustáceo, o último dos seres vivos, que se alimenta da Donaliela Salina, última alga do ciclo de vida, em salmoura, sendo ambas as únicas sobreviventes até ao grau máximo de salinidade.
Este
produtor foi premiado na Feira BioFach, em Nuremberg,
Alemanha, com o produto “Favorito dos Júris” no concurso
realizado em 2004 (eram 5 júris cada um do seu ramo). Nestes
concursos, “não há amigos nem conhecidos que nos levem pela
mão”. Esta marca registada, aguarda por uma Denominação de
Origem Protegida para a sua produção, tendo sido esta já
requerida desde inícios de 2004, com alterações feitas em
2007 que satisfaziam e continuam a satisfazer de acordo com
a nova Portaria nº 72/2008 de 23 de Janeiro, já publicada,
que define as normas técnicas, as características e as
condições a observar na produção, valorização e
comercialização do sal alimentar da forma Tal & Qual, com a
apresentação de um caderno de normas internas de produção e
qualidade, da autoria deste produtor, entregue na Direcção
Geral de Pescas e Aquicultura (Ministério da Agricultura do
Desenvolvimento Rural e das Pescas). Logo de imediato,
este departamento governamental deu andamento ao processo
junto do Instituto da Propriedade Industrial, onde se
encontra a aguardar despacho final, e agora no Ministério da
Agricultura e Pescas. Esta marca registada, este produtor em
nome individual, também, produz sal de extracção mecânica
numa salina, trabalhada em situação de arrendamento, com
cerca de 25 hectares e com uma produção média anual de 2000
toneladas. Produção esta, destinada a industria diversas que
não carecem de sal alimentar de 1ª qualidade.
O Júri do ITQI atribuíu em Maio de 2006, ao produto Flor de Sal, a classificação de 2 estrelas e é formado por alguns membros das seguintes entidades: Academia Francesa de Culinária, Master-Chefs de França, Master-Chefs da Bélgica, Federação de Chefes de Itália, Euro-.Toques, Academia Espanhola de Gastronomia, Associação Alemã de Chefes (VKD), Young Restaurateurs da Europa (JRE) e Associação Internacional de Sommellerie (ASI).
Este prestigiado instituto (ITQI), escolheu o produto,
Flor de Sal, colocando-o na brochura de promoção e inscrição
para o ano de 2007, como sendo um dos produtos de
referência. (ver
www.itqi.org)
Em Abril de 2007, o produto Flor de Sal ganhou, uma vez mais, o prémio de duas estrelas, mas a mesma classificação foi alcançada, também, pelo produto Sal Tradicional, bem como no ano de 2008.
RUI FRANCISCO NEVES DIAS foi considerado pelo Rotário Clube de Tavira o Empresário do ano, em 2005, associação da qual não é membro.
Foi conferencista da Slow-Food, correlacionando os benefícios ambientais trazidos pela manutenção das salinas.
Em 2006, a Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias (APME) nomearam Rui Francisco Neves Dias como um dos Empresário do Ano, o qual participou no “II Fórum Empresarial das Mulheres Portuguesas” como orador.
A partir de Junho de 2007, ambos os produtos foram aceites como aderentes no projecto “Compro o que é nosso”, permitindo usar o logótipo com essa classificação.
Esta Flor de Sal e o Sal Tradicional, foram escolhidos na feira do SIAL, em França, em Outubro 2006, (havendo lá Sal e Flor de Sal de todas as proveniências, inclusivé do Algarve) pelos Chefes de cozinha do Euro-Toques, para representar um stand, organizado pelo próprio SIAL, intitulado de “La cuisine du Sial”, como se poderá ver nas figuras seguintes.



Esta Flor de Sal e Sal Tradicional são utilizados, na confecção de receitas, pelos Chefes de Cozinha Nacional, Chefe Michel da Costa e Chefe Hélio Loureiro, e algumas foram cedidas para promoção dos produtos. Todas as receitas e conselhos, cedidos pelos Chefes são gratuitos, pela qualidade dos produtos e pela consideração que têm a este produtor.
(Fotografia tirada no ano de xxx)
(Fotografia tirada no ano de 2008)
O que mudou foi a cidade porque a salina encontra-se na mesma!
Adaptada ás novas circunstancias e mercado.
NOTA: AS FOTOGRAFIAS APRESENTADAS SÃO DAS SALINAS E DOS COLABORADORES DESTE PRODUTOR, FOTOGRAFADAS POR ELE NA SUA PROPRIEDADE. SE JÁ AS VIU EM BROCHURAS, SITES OU OUTROS MEIOS de PROMOÇÃO DE OUTRA EMPRESA, É ABUSO DE CONFIANÇA SEM ALGUM TIPO DE AUTORIZAÇÃO, À EXCEPÇÃO DE EMPRESAS ONDE O PRODUTO SE ENCONTRA À VENDA.


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